Talento existe. O que muitas vezes falta é acesso.
Criar pontes para que o potencial encontre oportunidade.
Percebemos uma juventude congolesa criativa, esportiva e musicalmente talentosa, mas que nem sempre encontra recursos para viajar, treinar, aprender, se apresentar ou estabelecer novas conexões. Por isso, a Fundação começou a atuar também como ponte entre esses jovens e oportunidades no exterior.
Já apoiamos dois jovens jogadores de futebol do Congo na continuidade de seus sonhos no Brasil. Também apoiamos três jovens músicos nos processos de visto e deslocamento: para um deles, a Fundação custeou integralmente as passagens aéreas; para outros dois, contribuiu com metade dos custos das passagens.
Não se trata apenas de sair do Congo. Trata-se de aprender, crescer, ampliar horizontes e criar condições para que esses talentos se tornem referência e fonte de transformação para outras pessoas.
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